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psi

Posted by Tony Monti em 17.05.2010

 

Há algum tempo tenho tentado em um esforço solitário entender alguma coisa de psicanálise. Já explorei um pouco Freud e Lacan, mais por comentadores que pela leitura direta dos textos deles mesmos. No caso de Lacan, porque os textos são difíceis e porque, como no caso de Freud, que é mais simples, aquele que não tem um orientador não sabe por onde começar (nas últimas semanas, o Freud tenho lido).

Depois de já passar por muitos inícios e muitas abordagens, encontrei um livrinho bastante instrutivo. Chama-se O prazer de ler Freud, de um autor chamado J-D Nasio. Recomendo também outros livros dele. Li alguns e considero-os bastante interessantes no que se propõe: serem simples.

O prazer de ler Freud me pareceu especial por um motivo. Nasio propõe com clareza esquemas que dão conta de entender a maneira freudiana de pensar, não só o funcionamento de um ou outro texto de Freud. Como toda simplificação, pode beirar a banalização, mas creio que a clareza das generalizações compensam aquilo de que se abre mão.

Outra questão inevitável para quando se lê um comentador é que ele interpreta. É bom estar alerta para o fato de que sua interpretação não é nem o texto original nem coincide com a versão de outros intérpretes. Feito o lembrete, recomendo.

(para quem acha que qualquer introdução simplificada e generalizante soa como “Kant em 90 minutos”, esqueça este post)

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4 Respostas to “psi”

  1. tonymonti said

    bicho, você ficou religioso!

    • Adriano said

      Em verdade fiquei crente, crente em muitas coisas. Religião não tenho, ou tenho várias, o que dá no mesmo. Ultimamente tenho estudado um pouco de budismo e espiritismo, e nas duas eu vejo interface com a física quântica. Só não gosto da igreja católica embora eu seja fã de Jesus. O catolicismo considera o ser humano um erro. Acredito que somos projetos em andamento e não um erro absoluto. Como fã absoluto de Jesus, abomino judaísmo. Acredito na culpa como o ápice da arrogãncia, tipo, sou tão importante que um erro meu é inaceitável. Neste ponto o protestantismo bate mais com minhas idéias. A existência de outras dimensões para mim é algo palpável. Acho que falta pouco pra se tornar algo realmente apalpável. Fujo de dogmas como fugia do meu pai, logo, voltamos ao Dr. Freud.

  2. Adriano said

    Freud é legal.
    Acredito na mente como o meio de contato entre o espírito e o meio físico. Através da consciência o espírito anima a matéria.
    Avanços da física informam sobre a existência de partículas que ora têm (ainda tem acento aqui?) matéria, ora não, logo, segundo meu limitado raciocínio binário, haveria ao menos uma outra dimensão não percebida por nossos sentidos.
    A questão dos traumas também remetem à relatividade da passagem do tempo, e respondem às questões relativas às vidas passadas. Se o trauma é de lá ou de cá pouco importa, pois está em você.
    Logo, é fácil, se compreendermos completamente a teoria da relatividade, a física quântica e a existência dos espíritos poderíamos tentar entender a psicanálise e a nossa mente (dos homens, pois a das mulheres é impossível mesmo…).
    Pensando bem, é melhor assistir TheBigBangTheory mesmo, tomando uma cerveja ….

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